31
de Dezembro 2011 Com a rutura muscular ainda não recuperada, fui
apenas para o café da manhã e aproveitar para desejar um bom ano
a todos os BTTistas.
Decidido
o destino, Aldeia da Mata Pequena.

O
regresso foi feito mais ou menos pelo mesmo caminho, com o abrir do apetite
na subida para a igreja de Anços que no meio tinha o forno dos leitões
a funcionar a todo gás, mas dali só mesmo as fotos.
Chegada
ao ponto de encontro já um pouco depois das 13h com os últimos
37 kms para juntar a este ano de 2011, parabéns ao estreante que esteve
á altura e chegou vivo. Um feliz 2012 para todos.
24
de Dezembro 2011 Mais uma voltinha domingueira desta vez até à
praia do Guincho com um pedalador vestido de Pai Natal que chegou mesmo em cima
da hora da partida, uma crónica a meias e mais um vídeo
do nosso amigo Fred.


Acabou
para mim a volta, tive que ser recolhido na Malveira.Agora segue a parte relatada pelo nosso amigo João Ferreira.
Bem, com o nosso guia lesionado, começamos o regresso, mas a coisa não começou lá muito bem pois o faltava o Pai Natal, ora em véspera de tão importante dia voltou-se para trás em busca do Pai Natal perdido e ali estava ele mesmo onde o deixamos mas de roda na mão pois uma das renas teve um furo. Tudo resolvido recomeçamos então o regresso que o resto do grupo já estava na Charneca pois a subir teve um incentivo que por ali circulava de cor-de-rosa e lá chegaram depressinha.
Na
subida para a Charneca, já com o Pai Natal, desaparece o FFF,
uns viram-no a descer outros dizem que ele não passou por eles, esperou-se
alguns minutos por ele mas nada feito e tivemos de seguir pois nós esperamos
mas o tempo não, e ele tem um belo GPS.
Rumamos
á “bela” descida onde ou se dà perna ou não
se desce seguida da subida até à Lagoa. Dai fizemos os trilhos
já conhecidos pela prisão, chegando pouco depois das 13:00, onde
fomos brindados com a presença do amigo Quim Barroco, que desejou feliz
natal à malta e informou que tinha encontrado o perdido FFF
à 10 minutos atrás, com isto tudo juntamos mais 42 Kms às
crónicas e desejamos a todos um FELIZ NATAL.
Começámos
por descer a Campo Raso por Sacotes no já característico ritmo
mais conversador que pedalador.
Passámos
Vila Verde e eis que junto a Alpolentim a nossa amiga Amélia teve uma
queda de tensão que a deixou um pouco tonta e teve que fazer uma paragem
para recuperar.
Atravessaram-se
uns caminhos um pouco mais enlameados mas rolantes até S. joão
das Lampas onde virámos na direção de Odrinhas, mas não
diretamente pois ainda fomos até Bolelas por engano. Depois de se dar
com o caminho lá atravessámos Odrinhas na direção
dos moinhos.
pedras,
subidas, descidas e naturalmente lama quanto baste.
Continuando
caminho chegou-se à subida final para fora do vale que deixa sempre o
pulmão bem aberto.
Com a hora a avançar, optou-se por atalhar por alcatrão até
Campo Raso fazendo-se a entrada no Algueirão pelo lado da Cavaleira onde
como de costume o grupo começou a dispersar.
Seguimos
por Sintra para depois subir aos Capuchos pelo lado de Monserrate. Depois dos
Capuchos subimos ao Monge pelo lado da Pedra Amarela que é mais ligeiro.
Trincámos o lanche e tirámos o boneco a preceito.A crónica se ninguém a escrever poderá ficar mesmo assim.


A crónica, está-se mesmo a ver vai calhar ao mesmo ter que a escrever.
1
de Dezembro 2011 Mais uma voltinha pelas redondezas, mas desta vez nem fui
, nem escrevi a crónica.
Nous avons donc démarré à 09h00 depuis Algueirao pour prendre
la direction de Sintra village. A partir de Sintra nous avons obliqué
plein nord, traversé la vallée et prendre la direction de Janas.
Au passage, tout le monde a réussi à faire monter son taux d’adrénaline
sur la descente qui rejoint la 247…Maintenant défoncée et
boueuse à souhaits : un nouveau challenge pour les Bicicletandos!
Nous avons fait notre pause à l’issue puis sommes partis à
l’assaut du morceau de choix du parcours : l’ascension de la face
nord de la Serra Sintra au départ de Colares.
27
de Novembro 2011 Fizemos uma voltinha em parceria com os nossos amigos do
BTT-Lourel.
Ese já eramos muitos desta vez ainda fomos mais e ainda apanhámos
mais uns quantos pelo caminho pedaladores estraviados pelo caminho.
Despedimo-nos
dos nossos amigos do BTT-Lourel
e subimos até ao Algueirão onde o grupo dispersou rapidamente.A crónica, se ninguém se voluntariar para a escrever, lá terei que ser eu outra vez…
20
de Novembro 2011
Passou-se
sem parar os moinhos de S. João das Lampas e iniciou-se a belíssima
descida até ao vale da Ribeira da Samarra. Muito boa esta descida, “brrutaal”
como diz o nosso amigo.
Lá se passou a coisa com os malabarismos do costume e acabámos
por fazer mesmo ali uma breve pausa para reparar um furo e visitar mais um recanto
deste nosso Conselho que desta vez escondia uma pequena cascata.
Continuámos
caminho com descida à praia do Magoito e subida do outro lado até
ao parque da Praia da Aguda onde depois de reunido o grupo começámos
a atalhar caminho para casa por Fontanelas que a hora já ia avançada.
Com
ritmo mais pedalador que conversador (às vezes…) passámos
Gouveia e depois de umas voltinhas por trilhos já conhecidos estava-se
de novo no alcatrão já em Alpolentim.
Passámos
Vila Verde e pouco depois já se estava a passar sobre o IC e a subir
para a Cavaleira onde o que restava do grupo dispersou.
13
de Novembro 2011 Estava a ver que ninguém se chegava à frente
para escrever a crónica desta magnifica volta.
"Com
a malta a aparecer aos poucos, contrariando a espectativa inicial de que com
a promessa de chuva teríamos um grupo mais reduzido, chegámos
aos 26 (esta malta não tem mesmo juízo…) e tratou-se de
planear a volta (se é que se pode chamar assim). Havia duas coisas decididas,
a visita a uma capela, algures na serra e festejar o aniversário das
nossas meninas.
Assim se fez e a tal lagoa apareceu, mas pelos vistos a capela não era
para ali. Estes guias estão a preço de saldo e depois dá
nisto…
chegámos
aos capuchos, perdendo uns pedaladores pelo caminho que a custo lá apareceram
(isto de perder malta começa a tornar-se um hábito/característica).
Concluído
o festejo e o boneco de grupo tirado, tratámos de nos meter ao caminho
de regresso começando por descer a Colares. Aqui, num dos trilhos inventados
demos com imenso “Dogo Argentino” branco que fez parar todo o pelotão.
De fininho demos todo a volta monte acima e por sinal até demos com o
caminho certo para descer até ao tanque de lavar a roupa.
com pedras de gelo e tudo.
festa
ainda tivemos que resolver um problema com uma corrente partida algures perto
do Cabriz.
6
de Novembro 2011 Juntou-se novamente um grande grupo para a pedalação
domingueira, desta vez era-mos mais de duas dúzias fomos mais que muitos
e como o tempo estava do melhor para pedalar fomos subir e descer a serra de
Sintra.
Começámos
com umas pequenas avarias, coisas mal apertada, um furo e uns quantos a chegarem
depois do tocar do sino. Atravessámos o IC19 na direção
da prisão num sucessivo para arranca e só se começou a
pedalar a bom ritmo já depois da Lagoa Azul.
Chegados ao cruzamento, seguimos depois na direção da Peninha
onde já pertinho da Pedra Amarela demos com os nossos amigos do BTT
Lourel e claro que aproveitámos para trocar uns quantos dedos de
conversa e mostrar as fatiotas novas.
não
acompanhámos ... bem, alguns ainda os seguiram monte abaixo. Descemos
quase todos pelos estradões, que o grupo era
muito
grande e reagrupámos já pertinho dos Capuchos.
30
de Outubro 2011 Volta para estrear os equipamentos novos e naturalmente
que tinha que ter um bocadinho de tudo o que temos feito, lama inclusive.
Partimos
na direção de Campo Raso para os primeiros encontros com as primeiras
lamas do ano. Ainda não estão com aquela consistência certa
mas já se agarram às rodas e avivam a memória para ir procurar
os para-lamas que brevemente vão fazer muita falta.
Até
perto de Fervença nada de novo, mas depois de passar junto à cascata
(que não visitámos) entrou-se em trilhos desconhecidos à
descoberta de novas aventuras.
Chegámos
a Carne Assada com apenas 10km percorridos mas já com uma bela dose de
sobe e desce ouvindo-se alguns “é pá isto hoje deve ser
para testar o suor nas camisolas novas”, mas continuou-se, já por
caminhos mais planos e consequentemente mais conversadores.
Como
o trilho inicialmente planeado (sim, algumas vezes temos um plano) estava pouco
convidativo para pedalar, inventou-se um desvio pelo lado esquerdo que nos colocou
completamente fora de rota mas nos levou à descoberta de mais uns trilhos
muito bons.
Rolando e conversando acabámos por subir ao Magoito e como a hora já
ia avançada abandonou-se o trajeto planeado inventando-se uns atalhos
para ganhar tempo.
Aqui
regressámos aos trilhos já bem nossos conhecidos (para alguns)
e rolámos na direção do ponto de partida com uns quantos
a destacar do grupo que acabaram por se nos juntar… três vezes…
Chegámos ao ponto de partida em pelotão compacto, já depois
das 13h15, com 35Kms mas não sem antes ter levado três voltas de
avanço.
Olhando bem, com o andarmos todos de igual ganhou-se uma colorida uniformidade mas perdeu-se na diversidade … e criou um problema… passado um bocado já nem eu sei qual deles é que eu sou.
Começámos
por subir a serra pelo lado do Castelo dos Mouros para enrijar a perna.
De
regresso ao alcatrão, fizemos a ligação até aos
Capuchos deixando o que sobra do trilho maravilha para outras pedalações.
Com umas variantes aqui e ali entrámos finalmente no trilho que desce
até ao mar. Maravilha, cada vez melhor.
Com
o anuncio do quase recolher obrigatório que se avizinhava para a tarde
iniciámos o regresso pelo Guincho seguindo-se a subida à Charneca.
Sempre rolando entrámos nos trilhos até ao Pisão onde começaram
os furos.
A crónica vem já a seguir… sobretudo se alguma alma a escrever.
Nem
no verão temos dias assim.
Mas lá e resolveram os furos e empenos e retomou-se a pedalação
Optou-se por estradões rolantes pois o dia não estava para “single
tracks”.
Iniciou-se
o regresso via Praia da Aguda e com umas invenções aqui e ali
chegou-se a Gouveia, via Fontanelas, num instante.
Apontou-se
ao moinho do Roque para depois se fazer a ligação via Lourel ao
Algueirão. Estava tudo a correr muito bem por isso uns quantos pedaladores
trataram de se perder para animar a coisa."Aqui fica a prova que este Bicicletando está vivo, a crescer
e recomenda-se.
Assim e em alternativa à etapa Arruda-Montejunto, com uma contagem
de 1ª categoria, dois fugitivos do grupo resolveram fazer um passeio
mais soft, passando inesperadamente a quatro elementos.
Com vento a favor partiu-se há hora e do sítio do costume em
direcção à Praia das Maçãs sempre com o
GPS mental a funcionar.
Atalho junto ao Lidl, rumou-se à Quinta da Paz, por entre grupos de
caçadores de espingarda ao ombro e de sacos vazios.
Mais numa de rolar optou-se pela subida à praia Grande por asfalto,
já que os grãos de areia por vezes danificam as engrenagens.
Aí houve tempo para tomar um cafezinho e morder um docinho do Sr. João
numa belíssima esplanada em frente ao mar.
Regresso
pela subida que normalmente é descida junto às escadas, em segundos
estávamos junto aos patos, trilho das hortas, fazendo uma pequena variante
já na Quinta da Paz, com direito a uma bela vista junto ao moinho abandonado.
Após a voltinha ao dito e mais umas quantas fotografias pela nossa
fotógrafa de serviço, o regresso deu-se por trilhos já
esquecidos saindo muito perto da estrada de Belas.
Sempre em agradável companhia, com 4 horas certinhas de conversa e
pedalação chegamos frescos como uma alface e com 46kms feitos.
Até há próxima já com o resto do pessoal “empenado”,
ou não".
Fomos
da Arruda dos Vinhos até ao alto de Montejunto, aquela serra que se
pode ver na fotografia ao lado e voltámos.
No caso de não encontrarem o monte, baste localizar o menir que curiosamente
foi colocado na paisagem para nossa melhor orientação.
Foram 73kms de muito suor, diversão e força de vontade.
Para saber mais nada como ler a crónica da Volta Arruda Montejunto …